sábado, 24 de dezembro de 2011
LEANDRO SARZEDAS PARTICIPA DO ANIVERSÁRIO DE CRISTIANE BRASIL
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
LEANDRO SARZEDAS PARTICIPA DAS FESTIVIDADES DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
A missa estava lotada é foi momento de muita emoção e devoção a Nossa Senhora. “Esse momento é de agradecimento pela vida”, afirmou Leandro Sarzedas.
Nossa Senhora da Conceição é padroeira do Município de Rio das Ostras e também da localidade de Rocha Leão.
sábado, 3 de dezembro de 2011
BRASIL TEM CINCO MIL CRIANÇAS E ADOLESCENTES À ESPERA DE ADOÇÃO, DIZ CNJ
- Isso ocorre porque se busca esse perfil. Por quê não são adotadas todas as crianças que não têm mais ligação com o poder familiar? Porque os pretendentes, no geral, não querem as mais velhas, não querem irmãos e não querem encarar uma criança com doença - diz o coordenador do Cadastro Nacional de Adoção, Nicolau Lupianhes.
- O modelo no Brasil ainda é o de satisfazer o desejo dos pais em ter filhos - diz Silvana do Monte Moreira, diretora jurídica da Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (Angaad). Segundo ela, é preciso entender que a adoção ocorre para garantir um lar para as crianças que não o possuem:
- É o modelo dos países desenvolvidos que começa a chegar no Brasil - diz Silvana, ela mesma mãe adotiva.
- Eu sou do Rio, mas adotei minha filha no Nordeste. Não fiz nenhuma escolha, nada. Adotei uma criança linda, de três anos. Naquela época, porém, as famílias nordestinas só queriam adotar no Sul. Aos poucos estamos mudando esse quadro.
O ‘perfil’ escolhido pelos pais, porém, não é o único entrave para a adoção no Brasil, segundo especialistas. Para a psicóloga, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e autora de seis livros sobre adoção, Lídia Weber, ainda há uma ‘multidão’ de crianças em abrigos pelo Brasil.
- A verdade é que não se sabe ao certo quantas crianças e adolescentes estão abrigadas. Fala-se em 30, 80 mil. E muitas delas estão há anos abrigadas quando a Lei Nacional de Adoção determina que a criança só pode ficar dois anos no abrigo - explica.
Segundo Lídia, isso ocorre porque há uma espécie de ‘limbo’ na destituição do poder familiar.
- O Eca (Estatuto da Criança e do Adolescente) e a Lei de Adoção afirmam que a prioridade é manter o vínculo familiar. Concordo, mas essa tentativa não pode ser eterna, caso contrário a criança se institucionaliza no abrigo e perde as chances de adoção.
Silvana, da Angaad, tem uma visão semelhante. Para ela, a Lei de Adoção estabelece um critério subjetivo ao juiz ao determinar que a citação da família seja feita até a ‘última possibilidade’.
- É um critério pessoal. Varia de juiz para juiz. É preciso um pouco mais de agilidade nesse ponto - diz Silvana.
No Congresso Nacional, tramitam dezenas de projetos que alteram a Lei Nacional de Adoção. Todos, ainda em fase de análise nas comissões da casa.
http://oglobo.globo.com/pais/brasil-tem-cinco-mil-criancas-adolescentes-espera-de-adocao-3367055
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
EMERJ DEBATE RECOLHIMENTO COMPULSÓRIO DE DROGADOS
Na manhã desta quarta-feira (30/11), a Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro – EMERJ, realizou seminário sobre “Recolhimento Compulsório de Drogados” sobre a Presidente do Fórum Permanente de Direito Constitucional, Desembargador Nagib Slaibi Filho e com a participação do Secretário Municipal de Assistência Social Rodrigo Bethlem.Leandro Sarzedas, Assessor Parlamentar do Deputado Sabino (PSC), participou do evento para aprimorar seus conhecimentos na formulação de projetos na ALERJ e considerou o tema ainda muito polêmico, mas que deve ser discutida como política pública de Estado.
Os jovens são retirados das ruas ou de pontos de consumo de drogas e ficam internados com a autorização da justiça, na busca do tratamento especializado para se tratar do vício. É uma questão de tutela do Estado.
“O recolhimento obrigatório é uma questão não pacificada pois devemos levar em consideração as questões jurídicas, sociais e de saúde pública”, destacou Leandro Sarzedas.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
PRÓ-ADOÇÃO DO RIO PARTICIPA DO LANÇAMENTO DA FRENTE PRÓ-ADOÇÃO DE MINAS

A constituição da “Frente Parlamentar de Apoio a Adoção em Minas Gerais” foi anunciada, na manhã do dia 25 de novembro, pela deputada estadual Luzia Ferreira (PPS), durante o 1º Encontro Estadual de Apoio à Adoção do Estado de Minas Gerais, promovido na Faculdade Pitágoras. Criada com objetivo de debater e buscar soluções para agilizar e promover melhorias no processo de adoção, atendendo aos quesitos de um sistema justo, capaz de analisar de forma interdisciplinar e afetiva a situação de cada criança e adolescente, a Frente tem como coordenadoras as deputadas Luzia Ferreira e Ana Maria Resende (PSDB). A Frente Parlamentar Pró-Adoção da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, presidida pelo Deputado sabino (PSC) foi representado no evento pelo seu Assessor Parlamentar, Dr. Leandro Sarzedas. Na ocasião, ele falou sobre os trabalhos desenvolvidos no Rio de Janeiro, bem como colocou-se a disposição para contribuir com a Frente Parlamentar mineira.
“O Rio de Janeiro é pioneira na discussão da adoção no parlamento. Temos muitos projetos desenvolvidos, leis sancionadas e projetos de lei em andamento. A criação da Frente Parlamentar em Minas é um grande avanço e vamos trabalhar unidos,”, destacou Leandro Sarzedas.
A deputada Luzia ressaltou que a criação da Frente irá reforçar a discussão do tema no parlamento de Minas Gerais. “Nós temos a Frente Nacional, o Rio de Janeiro já criou a frente estadual e o apelo dos movimentos e da própria Frente Nacional é que todos os Estados criem as Frentes reforçando a discussão e provocando uma melhoria na legislação”, destacou. A parlamentar citou ainda que o intuito é incentivar que o Judiciário tenha condições de ser mais ágil no cumprimento da legislação e também apoiar e fortalecer os movimentos, que divulgam o tema adoção, impulsionando a sensibilização da sociedade.
